Rúmil de Tirion: mudanças entre as edições

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== Obras ==
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Rúmil foi o autor de grandes obras eldarin, dentre elas:
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* '''[[Ainulindalë]]''', a Música dos [[Ainur]]<ref name=":1" /><ref>[[J.R.R. Tolkien]]. [[Christopher Tolkien]] (editor). '''[[O Silmarillion]]''' (Índice de Nomes; Ainulindalë)</ref>
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== Etimologia ==
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== Outras versões da história ==
== Outras versões da história ==
Em O Livro dos Contos Perdidos, Rúmil era o Guardião-das-Portas de [[Kortirion]], na [[Ilha Solitária]], um [[Gnomos|Gnomo]] grisalho, conhecedor de todos os idiomas dos [[Valar]], Elfos, monstros, [[gobelins]], animais, aves e Homens. Embora ainda fosse um erudito Gnomo, ancião dentre os Noldoli, estava longe de ser um dos "mestres-do-saber" noldorin que Tolkien criaria mais tarde.
Em O Livro dos Contos Perdidos, Rúmil era o Guardião-das-Portas de [[Kortirion]], na [[Ilha Solitária]]. Um [[Gnomos|Gnomo]] grisalho, conhecedor de todos os idiomas dos [[Valar]], [[Elfos]], monstros, [[gobelins]], animais, aves e [[Homens]]. Embora ainda fosse um erudito Gnomo, ancião dentre os Noldoli, estava longe de ser um dos "mestres-do-saber" noldorin que Tolkien criaria mais tarde.


Nesta versão da história, Rúmil foi um escravo de Melko antes da queda de Gondolin.
Nesta versão da história, Rúmil foi um escravo de Melko antes da queda de Gondolin.


Embora não seja dito explicitamente que Rúmil teria sido o autor da Música dos Ainur, ainda foi Rúmil quem contou essa história para Eriol.
Embora não seja dito explicitamente em O Livro dos Contos Perdidos que Rúmil teria sido o autor do Ainulindalë, a Música dos Ainur, ainda foi Rúmil quem contou essa história a [[Eriol]].


== Adaptações ==
== Adaptações ==

Edição atual tal como às 19h10min de 3 de outubro de 2026

Rúmil é um sábio noldorin de Tirion, um dos mestres do saber e o primeiro inventor de caracteres de escrita.[1]

História

Quando os Três Clãs dos Eldar estavam reunidos enfim em Valinor, e Melkor estava acorrentado, tivemos o Zênite do Reino Abençoado, a plenitude de sua glória e ventura. Naqueles dias os Eldar como um todo alcançaram sua estatura plena de corpo e de mente, mas os Noldor em especial eram os que mais avançavam sempre em engenho e conhecimento.[2]

Foi nessa época que os Noldor cogitaram pela primeira vez a feitura de letras, e Rúmil de Tirion, um dos mestres do saber, foi o primeiro a conseguir fazer sinais adequados para registrar as falas e as canções, alguns para serem gravados em metal ou pedra e outros para serem traçados com pincel ou pena.[2]

Esse seu alfabeto, o primeiro dos Eldar, foi chamado Tengwar de Rúmil ("Letras de Rúmil"). Elas não eram usadas na Terra-média e foram mais tarde expandidas e aperfeiçoadas por Fëanor, cujo alfabeto foi chamado Tengwar de Fëanor ("Letras de Fëanor") ou simplesmente Tengwar ("Letras"), pois estas foram trazidas à Terra-média pelos Noldor exilados e assim se tornaram mais amplamente conhecidas entre os Homens e todos os outros povos que compartilhavam a fala comum.[3]

Obras

Rúmil foi o autor de grandes obras eldarin, dentre elas:

Etimologia

A etimologia do nome Rúmil é desconhecida. Todavia, Christopher Tolkien acreditava que o nome provavelmente tem relação com algumas palavras do LG (Lexo Gnômico)[Nota 1], como rû e rûm ("segredo, mistério"), ruim (“secreto, misterioso”), rui (“sussurro”) e ruitha (“sussurrar”).[6]

Pronúncia

O "R" inicial em Rúmil deve ser vibrado como no espanhol.

Outras versões da história

Em O Livro dos Contos Perdidos, Rúmil era o Guardião-das-Portas de Kortirion, na Ilha Solitária. Um Gnomo grisalho, conhecedor de todos os idiomas dos Valar, Elfos, monstros, gobelins, animais, aves e Homens. Embora ainda fosse um erudito Gnomo, ancião dentre os Noldoli, estava longe de ser um dos "mestres-do-saber" noldorin que Tolkien criaria mais tarde.

Nesta versão da história, Rúmil foi um escravo de Melko antes da queda de Gondolin.

Embora não seja dito explicitamente em O Livro dos Contos Perdidos que Rúmil teria sido o autor do Ainulindalë, a Música dos Ainur, ainda foi Rúmil quem contou essa história a Eriol.

Adaptações

Os Anéis de Poder (2022-)

  • Temporada 2, Episódio 2: Após fugir de Lindon e buscar refúgio nos Portos Cinzentos, Elrond questiona Círdan sobre o que ele deveria fazer com os Três Anéis, já que, mesmo funcionando para levarem beleza de volta a Lindon, eles tinham sido forjados usando os ensinamentos de Sauron, quando então Círdan diz a Elrond que a beleza, mesmo quando produzida pelo mal, não deixa de ser beleza, dando como exemplo Rúmil e Daeron, já que um era um alcoólatra e o outro um insuportável, mas isso não tornava seus versos menos belos. O conceito de que Rúmil era um alcoólatra não existe nos livros e foi inventado pela série.
  • Temporada 2, Episódio 7: Durante o saque de Eregion, Adar derrota Elrond no combate corpo a corpo e pede que ele não se esqueça dos versos de Rúmil: "nunca faça guerra com raiva". Esta frase de Rúmil não existe nos livros e foi inventada pela série.

Notas

  1. ↑ "Gnomos" é como J.R.R. Tolkien chamava os Noldor nas primeiras versões de seu legendário (o termo foi abandonado mais tarde). Rúmil é um dos Gnomos que aparecem em O Livro dos Contos Perdidos, a primeira versão do Silmarillion.

Referências